Padre Paulo Motta
quarta-feira, 22 de julho de 2020
Live
quinta-feira, 9 de julho de 2020
Parabéns Boa Vista
sábado, 27 de junho de 2020
24 de Junho - Dia de NS do Perpétuo Socorro
Esta imagem recorda o cuidado da Virgem por Jesus, desde a concepção até a morte, e hoje continua a proteger os seus filhos que recorrem a Ela.
Diz-se que no século XV, um comerciante rico do Mar Mediterrâneo tinha a pintura do Perpétuo Socorro, embora se desconheça como chegou a suas mãos. Para proteger o quadro de ser destruído, decidiu levá-lo para a Itália e na travessia aconteceu uma terrível tempestade.
O comerciante pegou o quadro, pediu socorro e o mar se acalmou. Estando já em Roma, ele tinha um amigo, a quem mostrou o quadro e lhe disse que um dia todo o mundo renderia homenagem a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Depois de um tempo, o comerciante ficou doente e, antes de morrer, fez seu amigo prometer que colocaria a pintura em uma igreja ilustre. No entanto, a esposa do amigo se encantou com a imagem e ele não concretizou a promessa.
Nossa Senhora apareceu ao homem em várias ocasiões pedindo-lhe que cumprisse a promessa, mas por não querer desagradar sua esposa, ficou doente e morreu. Mais tarde, a Virgem falou com a filha de seis anos e lhe deu a mesma mensagem de que desejava que o quadro fosse colocado em uma igreja. A pequena foi e contou à sua mãe.
A mãe se assustou e a uma vizinha que zombou do ocorrido surgiram dores tão fortes que só aliviaram quando invocou arrependida a ajuda da Virgem e tocou o quadro. Nossa Senhora apareceu novamente para a menina e lhe disse que a pintura devia ser colocada na igreja de São Mateus, que estava entre as basílicas de Santa Maria Maior e São João de Latrão. Finalmente, assim foi feito e se realizaram grandes milagres.
Hoje em dia, a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro tem se expandido por vários lugares, construindo-se igrejas e santuários em sua honra. Seu retrato é conhecido e reverenciado em todo o mundo.
Mãe do Perpétuo Socorro, Rogai por nós
quarta-feira, 24 de junho de 2020
São João 24 de Junho
A relevância do papel de São João Batista reside no fato de ter sido o "precursor" de Cristo, a voz que clamava no deserto e anunciava a chegada do Messias, insistindo para que os judeus se preparassem, pela penitência, para essa vinda. Já no Antigo Testamento encontramos passagens que se referem a João Batista. Ele é anunciado por Malaquias e principalmente por Isaías. Os outros profetas são um prenúncio do Batista e é com ele que a missão profética atingiu sua plenitude. Ele é assim, um dos elos de ligação entre o Antigo e o Novo Testamento.
Segundo o Evangelho de Lucas, João, mais tarde chamado o Batista, nasceu numa cidade do reino de Judá, filho do sacerdote Zacarias e de Isabel, parenta próxima de Maria, mãe de Jesus. Lucas narra as circunstâncias sobrenaturais que precederam o nascimento do menino. Isabel, estéril e já idosa, viu sua vontade de ter filhos satisfeita, quando o anjo Gabriel anunciou a Zacarias que a esposa lhe daria um filho, que devia se chamar João.
Depois disso, Maria foi visitar Isabel. "Ora quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: 'Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre ! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite ?'" (Lc 1:41-43). Todas essas circunstâncias realçam o papel que se atribui a João Batista como precursor de Cristo.
Ao atingir a maturidade, o Batista se encaminhou para o deserto e, nesse ambiente, preparou-se, através da oração e da penitência - que significa mudança de atitude, para cumprir sua missão. Através de uma vida extremamente coerente, não cessava jamais de chamar os homens à conversão, advertindo: " Arrependei-vos e convertei-vos, pois o reino de Deus está próximo". João Batista passou a ser conhecido como profeta. Alertava o povo para a proximidade da vinda do Messias e praticava um ritual de purificação corporal por meio de imersão dos fiéis na água, para simbolizar uma mudança interior de vida. A vaidade, o orgulho, ou até mesmo, a soberba, jamais estiveram presentes em São João Batista. #VivaSaoJoao
sexta-feira, 12 de junho de 2020
quinta-feira, 11 de junho de 2020
Corpus Christi 2020
quarta-feira, 10 de junho de 2020
Minha História
Sou Padre Paulo Pereira Mota, nasci aos 06 de fevereiro de 1978, no interior do município de Jarú – RO. Sou filho de Divino José Mota e Maria Pereira da Silva, tenho seis irmãos. Migramos de Rondônia para Roraima. O local que Seu Divino e Dona Maria escolheram para nos criar foi a Vila Entre Rios, sul de Roraima. Lá, fiz o ensino Fundamental na Escola Estadual Professor Vidal da Penha Ferreira.
Até os 18 anos, trabalhei com a família na agricultura, plantando, colhendo e cuidando, junto com os irmãos, de alguns animais que a família possuía. A lida com o gado era motivo de trabalho e diversão. Lembro-me da infância de uma forma muito saudável: as brincadeiras, os amigos que iam junto comigo, a pé, para a escola, as caçadas, pescarias, as vaquejadas nos pequenos garrotes (escondido de nosso pai) e as tentativas de domar os potros que nasciam em nosso sítio.
Vivendo nesse lugarejo pequeno e aconchegante, lugar de pessoas que se conhecem e se ajudam, participando dos eventos religiosos, da catequese e das celebrações, fui despertado para a vocação sacerdotal. Em 1996, ingressei no seminário menor Nossa Senhora Aparecida em Boa Vista com o objetivo de ser padre. A partir daí, conheci e adotei Boa Vista como minha cidade, a cidade que amo muito mais que a pequena cidade de Jarú, onde nasci, mais que Porto Velho, a capital de meu Estado natal. Em Boa Vista, fiz muitos amigos. Estudei o Ensino Médio na Escola Estadual Gonçalves Dias e completei a preparação para ingressar no Seminário maior. Em 1999 fui para Manaus estudar Filosofia e Teologia no Seminário São José. Também fiz especialização em Comunicação Social pelo SEPAC/PUC de São Paulo.
No final de 2006, retornei para Roraima, recebi as ordenações diaconal e sacerdotal pelas mãos de Dom Roque Paloschi. Dom Roque me enviou a trabalhar e acompanhar as comunidades do Município do Cantá. De 2009 a 2013 assumi a Área Missionária São Raimundo Nonato onde trabalhei junto às comunidades de nove bairros. Um tempo de luta conjunta na organização, estruturação e criação de novas comunidades nos bairros que foram surgindo com o crescimento da cidade. Neste período ajudei na criação do grupo de teatro “Jovens da Arte” que apresenta a Paixão de Cristo todos os anos e que conta hoje como mais de 200 pessoas, jovens e adultos, envolvidas nas atividades de promoção da vida e da dignidade da real representação da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Além do amor pelas comunidades da referida área missionária, tenho um carinho especial pelos jovens e acredito que o teatro, a música e as atividades culturais e religiosas são fonte de resgate da vida e dignidade das pessoas.
Na Área missionária me aproximei de pessoas acolhedoras e mergulhei na certeza de que juntos podemos transformar a realidade. Também conheci a realidade de muitas famílias esquecidas pelo poder público, desprovidas de políticas públicas capazes de mudar a realidade sofrida que vivem. Por isso, escolhi, junto com as comunidades o caminho da solidariedade e da proximidade, ajudando da forma que era possível.
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Família: primeira igreja. Diálogo aberto e franco com casais sobre as relações humanas, a vida do casal e a espiritualidade da família em te...
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Sou Padre Paulo Pereira Mota, nasc i aos 06 de fevereiro de 1978, no interior do município de Jarú – RO. Sou f ilho de Divino José Mot...
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Precisamos mudar essa realidade triste. Disque 100 e denuncie.





